Matriz Portuguesa atribui Prémio Femina 2015

São sete as mulheres que serão agraciadas com o Prémio Femina 2015. Em comum têm o feito de se terem distinguido ao nível profissional, cultural e humanitário em Portugal e na Lusofonia.

A insígnia do Prémio Femina já foi atribuida a 55 mulheres

A edição de 2015 do Prémio Femina, criado pela Matriz Portuguesa para agraciar as mulheres portugueses que se distinguem nas suas áreas, alarga o seu âmbito também às mulheres oriundas dos Países de Expressão Portuguesa, das Comunidades Portuguesas e Lusófonas, e luso-descendentes, que se tenham distinguido com mérito ao nível profissional, cultural e humanitário no mundo, pelo conhecimento e pelo seu relacionamento com outras culturas. A cerimónia que vai decorrer amanhã, 28 de novembro no Museu do Oriente, vai premiar sete mulheres que se vão juntar às 48 distinguidas nas quatro edições anteriores.

O Prémio de Honra será atribuído a Georgina de Mello, diretora-geral da CPLP. Natural de Cabo Verde, esta economista tem uma vasta experiência nos setores públco e privado, bem como em organizações internacionais e da sociedade civil. Já trabalhou com projetos de diferentes fundos e agências das Nações Unidas e, também do Banco Mundial, tanto em Cabo Verde como em Timor-Leste.

Albina Assis Africano, uma das mais conceituadas governantes africanas, com amplo conhecimento do setor petrolífero, será premiada por mérito relevantes na Excelência Profissional. Soraya Gadit, uma das fundadoras e administradora da InoCrowd e empreeendedora premiada em Portugal e no estrangeiro, por ter contribuído para o prestígio de Portugal e da Lusofonia nas áreas do Empreendedorismo e da Inovação.

Na área das Ciências, Fátima Cardoso, directora da Unidade de Mama do Centro Clínico Champalimaud, vê reconhecida a investigação relevante que tem feito na área do cancro da mama. Na divulgação da cultura de Matriz Portuguesa na Lusofonia e no estrangeiro, Sara Matias, a primeira portuguesa a tirar alternativa de cavaleira tauromáquica profissional, foi a escolhida, pela promoção que tem feito da cultura da Tauromaquia Portuguesa e do Cavalo Lusitano.

Nesta quinta edição há duas premiadas por mérito nas letras: Inocência Mata, doutorada em Letras e pós-doutorada em Estudos Pós-coloniais e professora convidada de várias universidades africanas, americanas, brasileiras e europeias, pelo seu contributo na investigação e ensino de Literaturas Lusófonas, e Ana Mafalda Leite, doutorada em Literaturas Africanas e com mais de uma dezena de livros publicados, que é distinguida pelo seu talento na Poesia e Ficção.

As premiadas são selecionadas por um júri liderado por João Micael, fundador e diretor-geral da Matriz Portuguesa, e do qual também fazem parte Amadeu Leitão Nunes, Delmar Maia Gonçalves e Pedro Ferreira de Carvalho.