2013 Quase um milhão de desempregados

Em Abril de 2013 a taxa de desemprego atingia os 17,8%, segundo o Eurostat e o número oficial de desempregados em Portugal subiu em Abril para 945 mil. Por sua vez, o INE registou em Dezembro de 2012, 921,8 desempregados tendo o máximo de 927,7 desempregados em Janeiro de 2013. No primeiro trimestre de 2013 Portugal teve uma taxa de desemprego de 17,5%.

O ritmo de destruição de postos de trabalho colocava o nível de desemprego num novo máximo histórico, confirmando Portugal como o país com a terceira taxa mais alta entre os 27 países da União Europeia, a seguir à Grécia (27% em Fevereiro) e a Espanha (26,8%).

Na altura o Governo português e a troika previam que a taxa média de desemprego para o conjunto do ano se situasse em 18,2% (a mesma projecção feita pela OCDE), com o número de desempregados a aproximar-se dos 19% no final do ano.

Em 7 Setembro de 2012, Pedro Passos Coelho anunciara a redução da contribuição das empresas para a Segurança Social (TSU) em 5,75 por cento, passando para 18 por cento. Em contrapartida, o Governo pretendia aumentar a contribuição dos trabalhadores para a Segurança Social para 18 por cento, ou seja, uma subida de sete pontos percentuais. Pedro Passos Coelho previa que a taxa de desemprego poderia chegar aos 17% em 2013. O que aconteceu.