Under Armour para mulheres de fibra

“I Will What I Want” é a maior campanha de sempre da Under Armour destinada a mulheres. Uma aposta forte da marca no desporto no feminino

A marca de equipamentos desportivos Under Armour ganhou o Grande Prémio na Categoria Cyber no Festival Internacional de Criatividade de Cannes. Criada pela agência Droga5, de Nova Iorque, o anúncio permite a visualização simultânea de comentários reais de social media, que aparecem na parede.

Com slogan “I Will What I Want”, a Under Armour afirma que, mais do que uma campanha, é um movimento destinado a mulheres desportistas, de fibra, que lutam pelo que querem, sem precisarem de aprovação dos outros e sem desanimarem perante dificuldades. Sob o lema “Não interessa o que os outros pensam. Só interessa aquilo em que acredita”, a Droga5 escolheu cinco rostos femininos para o lançamento. São elas:

  • Gisele Bündchen, modelo. Deixou a sua pequena casa no interior do Brasil quando tinha apenas 14 anos e enfrentou os desafios do mundo por si, sem falar inglês, ou quaisquer outras línguas para além do português. Aos 16 anos tentou uma carreira internacional na moda. Ouviu 43 “nãos” até receber o seu primeiro “sim”. Com determinação e força de vontade, Gisele tornou-se um dos maiores ícones da moda da sua era.

 

  • Misty Copeland, bailarina. Conheceu o ballet num campo de basquetebol. De acordo com os padrões tradicionais, tinha idade a mais, demasiadas curvas e pele demasiado escura para ser bailarina. Por isso, criou um novo padrão e é bailarina principal do American Ballet Theatre.

 

  • Lindsey Vonn, esquiadora. É a mulher esquiadora de maior sucesso de todos os tempos e lutou para lá chegar. Estava prestes a quebrar o recorde de vitórias quando duas lesões sérias nos joelhos ameaçaram a sua carreira. Um programa intenso de recuperação e uma força de vontade extraordinária ajudaram-na a voltar à forma e, em 2015, deixou a sua marca na história com o recorde do maior número de vitórias no Campeonato Mundial.

 

  • Brianna Cope, surfista profissional. Cresceu no Havai, onde o surf era a sua forma de vida. Porém, quando o transformou numa carreira, as multidões e as câmaras começaram a retirá-la do “seu” jogo. Brianna lutou contra a pressão até que decidiu silenciar o barulho à sua volta e focar-se no seu amor pelo desporto. Encontrou o seu equilíbrio a tempo de uma das maiores provas da época.

 

  • Kelley O’Hara, futebolista (defesa). Antes de entrar na seleção nacional de futebol dos Estados Unidos estava em Stanford, constando no ranking dos melhores atletas universitários All-American. Jogou quase sempre como avançada até lhe pedirem para ser defesa em substituição de uma colega lesionada antes dos Jogos Olímpicos de 2012. Versátil e profissional, fez a transição e ajudou a equipa a vencer a medalha de ouro.