A dor de cabeça dos RH

A enxaqueca afeta significativamente a vida pessoal e profissional. O seu impacto no absentismo e na baixa de produtividade é elevado. Para conhecer como esta doença afeta as gestoras portuguesas, a Executiva e a Novartis aliam esforços. Ajude-nos a perceber qual a perceção sobre esta doença respondendo a um breve questionário.

A enxaqueca grave reduz significativamente a produtividade do trabalho.

A enxaqueca é uma doença neurológica, com crises recorrentes de gravidade variável e sintomas que incluem dor de cabeça moderada a grave, tipicamente pulsátil e geralmente unilateral, náuseas, vómitos e sensibilidade à luz, ao som e aos odores. Está associada à dor incapacitante e à redução da qualidade de vida, bem como a significativos custos para a sociedade. Tem um impacto profundo na capacidade para realizar tarefas quotidianas e foi declarada pela Organização Mundial da Saúde como uma das 10 principais causas de anos vividos com incapacidade, por homens e mulheres. Afeta quer a vida pessoal quer a vida profissional, de tal forma que nenhum gestor  pode ignorar que o absentismo e o presentismo (reduzida produtividade) são duas das suas consequências. No entanto, continua a ser uma doença sub-valorizada e pouco compreendida.

A enxaqueca ocorre frequentemente durante a idade ativa, entre os 35 e os 45 anos de idade, resultando frequentemente em incapacidade temporária durante as crises. As pessoas podem ficar incapacitadas devido aos sintomas, que podem durar dias. A Novartis e a European Migraine e Headache Alliance (EMHA) realizaram no ano passado o maior estudo mundial sobre esta doença, envolvendo mais de 11 mil pessoas de 31 países. O estudo “My Migraine Voice” revela que, em média, 60% dos entrevistados faltaram a quase uma semana de trabalho (4,6 dias) no último mês devido à enxaqueca e que esta doença reduz a produtividade no trabalho para metade. A enxaqueca é onerosa para a sociedade, com custos totais estimados entre 18 e 27 mil milhões de euros na Europa e cerca de 20 mil milhões de dólares nos Estados Unidos, incluindo custos indiretos tais como os associados a perda de produtividade.

Survey Novartis em parceria com a Executiva

Ajude-nos a conhecer melhor a percepção sobre esta doença e o seu impacto na produtividade e no contexto de trabalho, respondendo ao seguinte questionário, desenvolvido pela Novartis em parceria com a Executiva: questionário.

O seu preenchimento tem uma duração prevista de menos de 5 minutos. As respostas ao questionário são anónimas. A Novartis Farma – Produtos Farmacêuticos, S.A. não irá tratar dados pessoais, apenas irá tratar as respostas, de forma agregada, com o objetivo de perceber qual a perceção generalizada relativa ao impacto de enxaquecas e sua associação a uma doença crónica.

Impacto da enxaqueca no trabalho

  1. 60% das pessoas com enxaqueca grave faltam, em média, uma semana por mês ao trabalho;
  2. 81% sente que a enxaqueca afetou a sua vida profissional;
  3. 68% não é capaz de se concentrar no trabalho;
  4. Faltas ao trabalho/mês: 50% faltou ao trabalho no último mês (média, 4 dias)
  5. Redução total da produtividade laboral: -45% (absentismo e presentismo)
  6. Perda para a sociedade: 7.600 €/doente/ano