WhatsApp: Sorrir e acenar

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Esta coisa do WhatsApp está a dar comigo em doida. É o grupo da família, o grupo da família menos a cunhada X, o grupo da família menos o cunhado Y. O grupo da família com mãe e sogra. O grupo da família menos os sobrinhos. O grupo da família só irmãs… E todos este grupos têm um nome de código, nem sempre imediato: o grupo do ‘Cozido à Portuguesa’ (porque tudo começou com um almoço), o grupo ‘Moçambique’ porque era para falar com o irmão que foi para Moçambique mas como ele nunca tem rede acabou por abandonar o grupo (Elvis has left the building), o grupo ‘Giras’, onde só se trocam selfies de meter medo ao susto. Para controlar o caos, decidi colocar o WhatsApp em silêncio e sem acesso a dados móveis. Só piorei as coisas: chego a casa e tenho 350 mensagens e quando respondo, já o cozido e Moçambique estão a ser servidos completamente frios (bem, as giras, essas de feias não passam). Resta-me distribuir Emojis: corações, smileys, sapatos, galinhas, comboios e tudo o que me vem à mão. Já enterrei muitas conversas com um pinguim. Não há resposta possível para um pinguim. Ou para um lémure…