sexta-feira, 6 outubro 2017

Vive com a “síndrome da felicidade adiada”? Esta atinge cerca de 50% dos profissionais que trabalham em mercados altamente desenvolvidos. Como saber? Troca as horas dedicadas ao tempo livre para trabalhar mais? Rouba horas ao sono para conseguir mais? Tem medo de mudar de trabalho, optando por continuar em tensão permanente? As consequências destas sensações e comportamentos são variadas. Vive-se com os olhos postos no futuro, isto é, fazem-se sacrifícios no presente, na esperança de ter um futuro feliz. Sabemos que, apenas as doenças ou as perturbações de ordem pessoal e profissional conseguem impulsionar alguma mudança. O medo do “agora” compromete “o que vier”, pois, com medo tender-se-á a deixar a vida passar. Estamos perante uma escolha: ou deixamos que o medo comande a vida ou tratamos-lhe da saúde!