Sexta-feira, 27 outubro 2017

Separe quem é do que faz. O fato de cometer um erro não faz de si um incompetente ou fracassado para o resto da vida. Ao mesmo tempo, não se considere “o máximo” porque solucionou uma tarefa complexa. Nós não somos competentes, nós estamos competentes. O que fizemos muito bem no passado não quer dizer que no presente resulte. O mesmo se passa com um erro passado, é preciso olhar às circunstâncias de antes e as presentes para entender a distância entre o antes e o “hoje”. Humildade e atenção são atributos realmente importantes em cenários de complexidade e mudança.