É nas grandes empresas e nas cotadas que se registou o maior aumento da presença feminina na gestão nos últimos 5 anos, mas é nos pequenos negócios e nas empresas mais jovens que a liderança feminina é mais expressiva, conclui a 9.ª edição do estudo “Gestão e liderança feminina nas empresas em Portugal”, da Informa D&B.
A maioria das portuguesas não estão felizes com o seu emprego, para dois terços o salário não chega aos €900 e a conciliação entre carreira e vida familiar está a deixá-las exaustas. São estas algumas das conclusões do estudo “As Mulheres em Portugal, hoje: quem são, o que pensam e o que sentem”, da Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Num contexto pós-crise, as empresas procuram novas competências nos seus CFO. Já não chega dominar os números, é preciso que os seus diretores financeiros dominem também as competências de comunicação e mostrem proatividade.
Nas empresas com liderança feminina, mais de metade dos cargos de gestão são ocupados por mulheres e a diversidade de género nas equipas de gestão e direção é bastante maior, aponta a 8.ª edição do estudo Participação Feminina na Gestão das Empresas em Portugal, da Informa D&B.
A 5ª edição do estudo "Women in the Boardroom: a global perspective", realizado pela Deloitte, traça uma evolução ainda muito lenta em todo o mundo, no que toca à presença feminina nos conselhos de administração das empresas. A União Europeia tem registado alguns progressos, mas Portugal não está bem classificado.
A enxaqueca afeta significativamente a vida pessoal e profissional. O seu impacto no absentismo e na baixa de produtividade é elevado. Para conhecer como esta doença afeta as gestoras portuguesas, a Executiva e a Novartis aliam esforços. Ajude-nos a perceber qual a perceção sobre esta doença respondendo a um breve questionário.
A falta de sono não tem apenas impacto na sua saúde, mas também na economia do seu país. Segundo um estudo que realizado em cinco países da OCDE, este problema gera um prejuízo de quase 640 mil milhões de euros.
redes sociais
Um estudo da Marktest Consulting quis conhecer os hábitos dos utilizadores das redes sociais. O Facebook e o Youtube continuam à frente das preferências, mas comparado com a edição anterior o Youtube ultrapassou o G+.
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