TESTE: Já aplica o método Marie Kondo às suas finanças?

Ter as finanças arrumadas pode parecer, por vezes, desafiante mas é fundamental para manter a sua vida organizada. Teste os seus conhecimentos financeiros para pôr, finalmente, as suas finanças pessoais em ordem.

Este teste vai ajudá-la a clarificar algumas questões e permitir-lhe investir melhor o seu património.

Existem 3 degraus (ou gavetas) para o sucesso financeiro:  a boa gestão das finanças pessoais, a disciplina da poupança e a procura da rentabilização do seu capital através do investimento. Todas as etapas estão acessíveis e devem ser complementares entre si para obter a melhor relação possível com o seu património, no longo prazo.

Significa isto que fazer escolhas financeiras mais adequadas está ao alcance de todas e não tem que ser necessariamente complexo ou desinteressante. Domine a linguagem do seu dinheiro e queira ter do seu lado o máximo possível de respostas para os desafios financeiros que lhe vão sendo apresentados.  Sente-se confiante? Para começar, desafiamo-la a testar o seu conhecimento financeiro, com este pequeno teste.

 

1.Se tem 5000€ numa conta-poupança que é remunerada a uma taxa de 2% ao ano, após 5 anos quanto dinheiro deverá ter amealhado?

1.Mais que 5100€.

2.Exatamente o mesmo valor com que começou.

3.Menos que 5100€.

 

2.Imagine que a taxa de juro do depósito a prazo onde colocou o seu capital é de 1% ao ano e a inflação nesse ano está situada nos 2%. Após um ano, o dinheiro que teria iria permitir-lhe comprar mais do que poderia comprar ao dia de hoje, exatamente o mesmo, ou menos do que hoje?

1.Mais.

2.Igual.

3.Menos.

 

3. Quando compra ações de uma empresa:

1.Empresta dinheiro a essa empresa e pode votar nas assembleias de acionistas desde que tenha um número mínimo de ações.

2.Possui uma parcela do capital social da empresa e torna-se coproprietária da mesma.

3.Tem responsabilidade pelas dívidas da empresa e, em caso de dissolução, recebe a parte correspondente à participação no capital social.

 

4.Tipicamente, quando as taxas de juro sobem o valor das obrigações:

1.Sobe.

2.Cai.

3.Não é afetado.

 

5.De que forma a duração de um investimento pode influenciar o seu risco e retorno?

1.Investimentos mais arriscados podem fornecer, ao longo do tempo, um retorno mais elevado do que investimentos com menor risco.

2.Investimentos mais arriscados nunca fornecem um retorno inferior ao de investimentos mais conservadores.

3.Não existe uma relação direta entre o nível de risco e o retorno esperado.

 

6.Quando é que o risco do investimento é mais reduzido?

1.Quando se aumenta a diversificação dos ativos financeiros.

2.Quando se reduz o período de tempo em que o dinheiro está aplicado.

3.Quando se compram ações ou obrigações imediatamente a seguir às taxas de juro terem aumentado.

 

Conheça as respostas certas:

1A– Tudo graças ao efeito cumulativo do juro composto, que permite que o juro incida sempre sobre o juro que as suas poupanças foram ganhando nos (4) anos anteriores.

2C– A inflação é inimiga da poupança. A inflação representa a taxa à qual o preço dos bens e serviços sobem. Se a inflação for de 2% num determinado ano e o produto financeiro que escolher apenas for remunerado em 1%, o custo dos bens e serviços ultrapassou o poder de compra do dinheiro que está depositado a prazo nesse ano. Ou seja, o seu poder de compra não acompanhou a inflação.

3B –Quando um investidor compra uma ação está a comprar parte de uma empresa e tem direito a parte dos ativos e ganhos futuros da mesma. Apesar de deter parte da empresa, o acionista não é responsável pelas suas dívidas. No caso de empresas cotadas o valor da ação varia diariamente pelo que o acionista/dono da empresa poderá também ver uma redução do valor do seu investimento.

4B –Quando as taxas de juro sobem, o preço das obrigações tende a descer. E vice-versa. Tal acontece porque sempre que as taxas de juro sobem, novas obrigações surgem no mercado a pagar yields superiores do que as obrigações mais antigas – que já são detidas por alguns investidores – fazendo-as perder valor.

5A– Se houver disponibilidade para investir a longo prazo, poderá assumir mais risco uma vez que poderá sempre esperar por uma melhor fase de um ciclo económico.

6A– Regra de ouro dos investimentos: diversificação. Quando investe em ativos distintos está a proteger o seu dinheiro caso algum investimento corra menos bem. Assim não incorre em perdas totais e continua a ser remunerada por outros investimentos que fez.

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